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Busquemos na simplicidade o amor de Deus

Busquemos na simplicidade o amor de Deus

O primeiro convite que a Palavra de Deus quer fazer ao nosso coração, no dia de hoje, é a disposição de vivermos a espiritualidade da ‘menoridade’.

Sabe, meus queridos irmãos, não procurem ter sentimentos grandiosos, não procurem, de forma nenhuma, serem reconhecidos, exaltados, louvados, engrandecidos pelo que fazem. Vivam a espiritualidade do seguimento de Jesus de forma escondida, sóbria, serena, sem precisarem de confetes e engrandecimentos humanos.

Se nós queremos, primeiro, ser bons, qualificados no que fazemos, busquemos o último lugar! Sabe, o último lugar é o lugar que não incomoda, é o lugar que ninguém quer, é o lugar que ninguém disputa, mas é ali que Deus está em primeiro lugar. Não pense que é mais abençoado quem está à frente, quem aparece mais.

Quando olho uma pobre viúva, uma pobre mãe; e ‘pobre’ aqui não é no sentido de pobreza material, mas é olhar para aquela pessoa que, na simplicidade do seu coração, vive com tanta santidade, com tanta dedicação à Palavra de Deus em sua vida. Que santidade de vida, que escola, que exemplo de vida, que espelho para nós!

Por isso, busquemos os últimos lugares! Buscar o último lugar não é se acomodar e não querer se comprometer com as coisas de Deus, em trabalhar para Ele. Não, isso é fuga, é falta de comprometimento. Buscar o último lugar é buscar o coração de Deus na espiritualidade e no modo de ser da simplicidade. Ser simples é não ser o mais exaltado, o sempre lembrado. Isso nunca faz bem a um discípulo de Jesus!

E para nós cabe sempre o exemplo das crianças. Na história da humanidade e na cultura judaica também, as crianças eram vistas como insignificantes, um ser sem muita importância. ‘Criança é criança, não sabe de nada’, alguns dizem assim e não dão o valor que a criança merece; o cuidado e a atenção.

Criança nos diz tanto, nos diz por aquilo que faz e deixa de fazer, mas hoje é um convite muito especial: sabermos acolher as crianças e darmos a atenção que merecem. Nós não podemos deixar, de forma nenhuma, de nos lembrar das crianças que estão em orfanatos, que foram abandonadas, que não têm pai ou mãe, vida e voz na sociedade; que vivem o drama de serem refugiadas ainda vivendo a infância.

Demos uma atenção especial para essas crianças, porque nelas se manifesta o amor de Deus! Como Cristo precisa ser escolhido, amado, cuidado em cada uma de nossas crianças!

Fonte Canção Nova

 

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